PIRUÇAS

Dezembro 18 2008

A "reestruturação" da GNR, como subtilmente foi chamada, desde o início das "obras", chegou, para já formalmente, ao fim, com a recente publicação das "marretadas" que faltavam: portarias e despachos do Mai.

 

Desta vez, não foi, ainda, a demolição total do edifício. Mas, em boa verdade, pouco vai restar, a partir do próximo dia 1 de Janeiro, do que foi a Guarda durante anos a fio, como garante da segurança pública, em todo o território nacional, muito especialmente nas áreas suburbanas e rurais.

 

Não foi, ainda, desta vez, a demolição total. É verdade. Mas a minha convicção é que não foi por falta vontade política que as "coisas" ficaram, agora, por aqui. Porque vontade política, essa havia.

 

De qualquer forma e independentemente das convicções de cada um, o que importa, agora, é fazer votos, sinceros e  de boa fé, para que esta reestruturação resulte e dê certo. São estes, naturalmente, os meus votos -os votos de um homem da VELHA GUARDA, de lágrima derramada num olho, mas com o outro bem aberto, olhando em frente o futuro e confiando nele, na NOVA GUARDA.

publicado por poleao às 17:29

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