PIRUÇAS

Janeiro 24 2008




A energia eólica é considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, principalmente porque é renovável, ou seja não se esgota, pelo que se apresenta como uma solução com grandes potencialidades em termos de desenvolvimento futuro.

O Concelho de Sobral de Monte Agraço é um caso único no panorama nacional, com os 16 moinhos de energia eólica existentes a produzirem mais do dobro da energia consumida actualmente no Concelho, que esperamos possa vir a ser pouca para responder ao desenvolvimento que queremos para o Concelho, especialmente ao nível da implantação de novas empresas.

 

publicado por poleao às 15:12

Janeiro 23 2008

 

Aqui, em Oeiras, também vai haver "disto", ou não fosse este um concelho todo prá-frentex ", modernaço, giro...

Até já temos um comboio aéreo, tipo elevador da Glória, sem condutor e não poluente. Anda sempre vazio, é certo, mas anda. Em Oeiras não falta nada. 

publicado por poleao às 22:26

Janeiro 23 2008


Dias antes de o alerta terrorista chegar a Portugal, um iraquiano ilegal fugiu ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras SEF ) no Algarve. Tinha sido detido numa operação da PSP e, ao que o CM apurou, a investigação estava em marcha quando escapou do Centro de Instalação Temporária do Aeroporto de Faro.

Correio da Manhã 23.01.2008

 

Dá para rir, mas não se deve rir!!!!!

Como "eles" disseram, estas "coisas" são mesmo para levar a sério... como se vê.

publicado por poleao às 15:20

Janeiro 22 2008

Depois de reler, há pouco, numa das minhas "pastas", o discurso que segue, um golpe de instinto leva-me a que o transcreva, na íntegra. Porquê hoje, agora, aqui, neste meu solitário refúgio de recordações? Francamente, não sei. Nem sei se os instintos são, ou não, racionais.

CÉLEBRE E VIOLENTO DISCURSO DO GENERAL GOMES DA COSTA, PRONUNCIADO PERANTE O MINISTRO DA GUERRA, EM AGOSTO DE 1925

No dia 15 de Agosto de 1925, a guarnição militar de Lisboa foi ao Terreiro do Paço, com o General Gomes da Costa à frente, apresentar cumprimentos ao novo ministro da Guerra, Sr. General Vieira da Rocha. Reunidos os oficiais superiores no gabinete do ministro, pronunciou o general Gomes da Costa o seguinte discurso:

“Sr. Ministro: - Impõe-me a minha graduação o dever de dirigir a V. Ex.ª algumas palavras em nome dos oficiais aqui presentes e se presume representarem todo o Exército.
Não tendo, porém, conversado previamente com eles, eu desconheço o que eles pensam acerca desta convocação que a repartição do gabinete se não esquece de fazer sempre que um novo ministro toma posse do cargo e que pela sua frequência e imposição não tem outro significado mais que o simples cumprimento duma ordem banal.
Creio bem que, por isso mesmo, deve V. Ex.ª, que sempre tem sido um soldado, sentir como todos nós a inutilidade e até mesmo o ridículo de uma cerimónia que só se justificaria, pelo entusiasmo suscitado após um alto feito militar, mas que em circunstâncias normais tão vexatória é para V. Ex.ª como para nós.
V. Ex.ª, que não é a primeira vez que exerce o cargo de ministro da Guerra, deve saber do miserável estado do Exército, desprovido de organização, desprovido de instrução, desprovido de material, absolutamente incapaz de oferecer uma resistência séria.
V. Ex.ª deve conhecer como nós a impossibilidade de mobilização imediata de uma simples divisão e da carência de armas, munições, cavalos, viaturas, etc. Deve V. Ex.ª conhecer a desorganização dos diversos serviços militares e o desleixo que para aí vai.
Não me proponho detalhar agora toda a nossa miséria; mas, convém acentuar que não a desconhecem as nações que têm representantes em Lisboa, representantes que não são cegos nem tolos e têm por dever informar-se para saber informar os seus governos. Para lamentar é que sejamos nós, os que do Exército fazemos parte, quem menos conhece a verdadeira situação militar de Portugal, devido à norma das repartições superiores que envolvem tudo num véu de mistério, a coberto do qual nada fazem e gozam duma reputação nebulosa de saber e austeridade.
Não há muito que achando-me à testa da 4ª Divisão do Exército e querendo inteirar-me do problema da defesa do território que comandava, eu pedi à estação competente para me confiar o plano de mobilização e defesa para o estudar: responderam-me que os planos de defesa eram secretos e portanto me não podiam ser enviados!
Pasmei, e considerei esta resposta tão ridícula que preferi crer que não passava de uma simples forma de encobrir a ausência de qualquer plano; e até hoje continuo com a mesma convicção.
Cito apenas este caso, entre muitos outros assaz curiosos, para demonstrar a V. Ex.ª a necessidade de alterar todo este estado de coisas, introduzindo uma reforma radical nos usos e costumes do Exército, por forma a acabar com a mentira que nele reina e faz a fortuna a muita gente. E é destas e doutras causas análogas que vem a indisciplina provocada pelos de cima também com as suas faltas de tacto, de saber e de critério e, sobretudo, pela sua ausência de espírito militar. Escuso de acentuar a necessidade de preparação, pois hoje com a complicada ciência que é a guerra, não se improvisam exércitos e quem os não possuir bem preparados e organizados desde o tempo de paz será irremediavelmente batido ao entrar nela.
Poderá parecer estranho que tendo nós recebido ordem para apresentar cumprimentos a V. Ex.ª, cumprimentos que a tradição impôs como afirmação da passividade imbecil e conformação com o estado de inércia mental a que nos têm reduzido, eu quebre essa norma chamando a atenção de V. Ex.ª para a falta de preparação militar do País; mas, senhor ministro, eu entendo que o meu dever como soldado, que me orgulho de ser, consiste precisamente em dizer o que penso, para que ao derrocar-se esta nacionalidade se não diga que tendo uma oportunidade de chamar a atenção do Governo para a miséria militar da Nação eu a deixei escapar por comodismo ou cobardia. Fazendo justiça às qualidades militares de V. Ex.ª, a quem conheço há cerca de 30 anos, desde que servimos sob as ordens desse grande soldado chamado Mouzinho de Albuquerque, que teve a coragem de se meter na sepultura quando começou a derrocada que conheceu e não pôde suster, fazendo justiça a V. Ex.ª, repito, eu convenço-me de que V. Ex.ª saberá preparar o Exército por forma a que ele ocupe o lugar de honra que na nacionalidade lhe pertence, e sirva efectivamente para a defesa da Pátria.
Aljubarrota, Exmº. Sr., não é um facto isolado na História de Portugal e pode repetir-se sempre que haja um Governo consciente da sua missão e saiba pôr acima dos interesses particulares o interesse nacional e não faça da cobardia uma virtude cívica.
Organize V. Ex.ª, como é seu dever, os serviços militares, influa, como é também seu dever, para que o Governo de que faz parte ponha em ordem a administração civil e financeira, cortando as cabeças a todos os chefes das quadrilhas que com a maior desvergonha e impunidade andam há anos a esta parte comprometendo a honra da Nação, e pode V. Ex.ª estar certo que todo o Exército o apoiará entusiasticamente nesse trabalho.
Tem V. Ex.ª o coração colocado bem no seu lugar e de forma a poder encarregar-se dum tal papel?
É o que resta ver”.

publicado por poleao às 11:10

Janeiro 21 2008

O Presidente da República, Cavaco Silva, apelou hoje, em Coimbra, ao regresso da serenidade no sector da saúde e à substituição da «crispação pelo diálogo».

 

Comentário do meu tio Anacleto:  já não é mau, mas é pouco, muito pouco!!!

Eu também acho.

publicado por poleao às 17:50

Janeiro 10 2008
UNIÃO EUROPEIA
TRATADO de LISBOA



O que está em causa com este Novo Tratado é uma velha luta Ideológica e Doutrinária entre duas correntes Europeias. Luta velha de 50 anos.
É uma luta sobre a Organização do Poder Europeu.
E em dois campos opostos encontram-se, (independentemente de se situarem na Esquerda ou na Direita), duas forças que dividem a Europa a meio:
Falo dos que defendem uma Federação de Estados e dos que defendem uma União Intergovernamental de Estados.
Ambas as correntes são Europeístas. Ambas defendem a União dos Povos da Europa. Ambas querem a Paz no Continente Europeu.
Então o que as diferencia? Então o que está verdadeiramente em causa e que não se discute em Portugal?

De um lado estão os Federalistas. Estes propõem a construção de um ESTADO EUROPEU que governará a União Europeia por de cima dos Estados-Nação.
Isto é, querem criar um Estado Soberano que decida em matérias como a Segurança, a Defesa, a Política Externa, a Justiça e os Assuntos Internos. Querem que seja o Estado Europeu a decidir sobre o que os Estados agrupados na União têm que fazer, e decidir sobre o que não podem fazer.
Isto para além da área económica e financeira (mercado único, liberdade de circulação de pessoas, bens e capitais, política orçamental, etc...) querem o Estado Europeu a decidir sobre as matérias fundamentais dos Estados, sobre matérias fundamentais dos Cidadãos.

Do outro lado estão os que defendem a União Livre. Os Intergovernamentalistas . Estes propõem uma União dos Estados Europeus, em que cada Estado mantém a sua Soberania e o seu Poder de Decisão nas matérias que são “o coração” das Soberanias como a Segurança, a Defesa, a Política Externa, a Justiça e os Assuntos Internos.
Isto é, admitem uma Federalização ou Integração (as palavras neste caso são sinónimos perfeitos) na área Económica e Financeira, mas não querem uma Federação nas outras matérias. Querem preservar a Autonomia de Decisão dos seus Estados nas matérias Políticas e de Soberania.

São dois Modelos de Organização do Poder distintos, com reflexos na capacidade de cada Nação, na capacidade de cada Estado.
Com este texto, de Miguel Mattos Chaves, introdutório de um longo e interessante artigo que li algures, fica bem aberta a janela, através da qual se pode ver, com boa nitidez, o verdadeiro e final objectivo político dos patrões da Europa. 
publicado por poleao às 22:24

Janeiro 08 2008

Basta abrir os olhos e estar atento, por poucos momentos que seja, a tudo quanto nos rodeia -nos jornais, na rádio, na televisão-  para perceber que não são bons os tempos e os ventos que nos esperam. Esta coisa da "globalização", inventada por um secreto bispo de uma secreta religião, tanto foi minando, de há uns anos para cá, os alicerces da nacionalidade, os pilares dos nossos costumes e tradições, a regra de uma sociedade assente na família, que os resultados aí estão, a descoberto: o desastre social iminente.

E onde encontraremos, hoje, disponível para nos ajudar, hoje, outro gigante adamastor, capaz de vencer o secreto bispo, criador da medonha globalização? 

 

publicado por poleao às 18:26

Janeiro 07 2008
E que tal um joguinho de dominó, no jardim cá do bairro? Hoje não chove, a temperatura até está amena e é sempre agradável dar dois dedos de conversa ao pessoal da estiva que por lá aparece. Fala-se de futebol -do estagiário Paulo Bento, pela certa- e o tempo, cruzado pelo mexer das pedras, passa sereno, sobre as vidas de cada um. É isso mesmo: hoje é dia de dominó, aqui no jardim do bairro!!!
publicado por poleao às 12:46

Janeiro 06 2008

Portugal lidera quebra de rendimento agrícola na zona euro


Os agricultores portugueses estarão à frente dos colegas da zona euro na descida relativa do rendimento real por trabalhador este ano, segundo estimativa do Eurostat.

Em Portugal, o rendimento por trabalhador deverá registar quebra de 5,8%, contra subida de 4,7% no conjunto da União Europeia, indicam os dados publicados pelo Eurostat na semana passada.

O decréscimo do indicador em Portugal figura entre os mais acentuados do conjunto da UE, atrás da Bulgária (-18,6%) e Roménia (-16,1%), países que fazem parte da região de moeda única.

São exageros dos jornais, como habitualmente -garante o hortelão silva, com o seu sorriso trocista. Está tudo sob rigoroso controle !!!

publicado por poleao às 21:33

Janeiro 05 2008
Mais uma vez -agora na "mensagem de Ano Novo"- o PR nem disse sim, nem não. Isto é: muitos podem afirmar, legitimamente, que ele disse sim; outros tantos interpretam o discurso presidencial como um rotundo não, e também com fortes razões. E é com estes "nins" que lá vamos... cantando e rindo.
publicado por poleao às 15:42

TÃO LONGE DO MUNDO E TÃO PERTO DE TUDO
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