PIRUÇAS

Março 06 2006

 

A Associação dos Profissionais da Guarda da GNR e duas associações sindicais da PSP manifestaram-se contra a eventual criação de uma unidade de resposta táctica da Polícia Judiciária, admitida hoje pelo Director Nacional da PJ, em declarações à Agência Lusa.

Tanto a PSP como a GNR já têm unidades especiais, cuja actuação é actualmente requerida pela PJ, como o Grupo de Operações Especiais (PSP) e a Companhia de Operações Especiais (GNR).

Também o presidente do Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL), Armando Ferreira, se manifestou contra esta nova força, considerando-a «inadmissível», «uma afronta» e «um luxo desnecessário». Armando Ferreira disse não compreender porque é que um país tão pequeno como Portugal precisa de uma terceira unidade de intervenção interna, além do GOE e do COE.

(Imprensa de hoje) 

Estamos a caminho, a passos largos, (como, aliás, assinalei aqui, no post de 16 de Fevereiro último, sobre a comissão de escutas aos Juizes) de um Estado Policial, com agentes policiais em tudo quanto é sítio, num exercício de desperdício confrangedor e ridículo. Não vai faltar muito tempo para que as autarquias locais -algumas dispondo já de "polícia municipal"- venham reclamar também a criação  de "forças de intervenção rápida", para a execução de especiais serviços de polícia nas freguesias. E as "comissões de moradores", por este andar, também virão a ter a sua hora. Ou há moralidade, ou comem todos!!!

 

publicado por poleao às 15:11

De
 
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres



Copiar caracteres

 



TÃO LONGE DO MUNDO E TÃO PERTO DE TUDO
mais sobre mim
Março 2006
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
11

13
14

20
21
25

26
27
29
31


pesquisar
 
subscrever feeds
blogs SAPO